cinetiqa

15 Mar
2011

postado em video por léo ruas

25 Nov
2009
AntiVJ is visual label

postado em indicação, vídeos por léo ruas

A comunicação visual é algo poderoso que não exige de nós conhecimentos de códigos tão aprofundados, ela traz especifidades daquilo que representa, cor, textura, forma. Com estudos sobre a forma que é um dos elementos mais importantes, é possível criar profundidade e representar objetos com bastante precisão. E é isso que o selo AntiVJ traz para o arte.mov, a exploração das potencialidade do visual acompanhado do aúdio. AntiVJ é um selo construído em 2006 por quatro europeus, a arte que desenvolvem utiliza luz e fundo, no visual, e música no fundo. Com a luz projetam desde imagens simples até mais complexas, como é possível ver no vídeo abaixo, em que trabalham não só a projeção de imagens, mas a ilusão de ótica. Para fazer essas imagens é necessário um conhecimento sobre o lugar de projeção e também o uso de uma técnica chamada de vídeo-mapeamento, que dá a dimensão correta do objeto em que será projetada a luz.

AntiVJ & Crea Composite: Nuit Blanche Bruxelles from AntiVJ on Vimeo.

A apresentação do AntiVJ para o arte.mov não foi a desse vídeo (a perfomance para o arte.mov:Principles of geometry + AntiVJ: a stereoscopic show) , porém ele serve para nos mostrar o potencial que possui o selo, que traz maiores possibilidades para o audiovisual.

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Movimente-se:

AntiVJ  is visual label
“A Streoscoopic Show”, no blog A Intermedia
“Música Visual”, no blog Dommestico
“Mapeamento de Vídeo” – Portifólio Audiovisual

25 Nov
2009
Artequenão.mov?

postado em arte.mov, entrevista, vídeos por Soviet

O 4° Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis, ou Vivo Arte.mov, rolou entre os dias 12 e 15 de novembro, em Belo Horizonte (no incrível Espaço 104, vale a visita, é lá ao lado da Praça da Estação). A proposta do festival é expor, debater e propôr ideias para a utilização e divulgação das mídias móveis.

Em termos amplos, “mídia móvel” é tudo aquilo que você pode carregar, criar e distribuir por conta própria, sem depender de veículos tradicionais como jornais impressos, salas de cinema, etc. Quer dizer, é mais ou menos como aquele vídeo que você gravou no celular e divulga via Bluetooth ou pela internet.

As mídias móveis se valem muito desde conceito Web-dois-ponto-zero-faça-você-mesmo, enfim, esta ideia toda de inclusão e participação do público com a obra/produto – a boa e velha conversa de “arte interativa”. Mas, indo ao Arte.mov, que arte interativa eu encontrei?

Primeiro: algumas obras, que pediam um mínimo de explicação, não a tinham. Havia um trabalho interessante onde uma “barata-robô” mudava de curso quando suas antenas sentiam um obstáculo. É o tipo de coisa que, quando você entende, você tem que interagir. Mas como descobrir, sem ninguém pra explicar? Aliás, ao perguntar para a vigia se eu poderia, ela respondeu com um enfático “não”.

Outra obra, um vídeo sobre a exposição de uma “nuvem tóxica” perto de chaminés de fábricas. É um vídeo que se repete infinitamente, sem som, nada. Há alguma explicação? Algum debate? Não que eu tenha visto.

Segundo: interação? Com quem? Por motivos que desconheço, o festival estava bastante vazio, a não ser por pessoas que já estão envolvidos na área, isto é, produtores e divulgadores de obras audiovisuais. Parece estranho fazer um festival onde só temos palestrantes e poucos outros.

Quais seriam as causas? Falta de interesse? Sinceramente, duvido. Falta de divulgação? Talvez. O fato é que se (por exemplo) fosse marcado um flashmob ou algo do tipo, talvez o evento atraísse mais pessoas. Um festival é feito para ter público – do contrário, melhor um encontro ou simpósio.

Então, com tantas coisas interessantes a mostrar, a grande pergunta é: Arte.mov ou não move? Uma iniciativa tão bacana dessas não pode ficar só na possibilidade…

Palestra Motivacional com Alexandre Lacerda from cinetiqa on Vimeo.

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Movimente-se:

Art.mov Oficial
“Art.mov”, no blog Visofonia
“Art.mov 2009″, no blog TV Web 100 Recurso

13 Nov
2009
“Diálogos”

postado em cine, eletronika, entrevista, vídeos por gabi

O que une um diretor de cinema, dois produtores musicais, uma banda de rock goiano, um vocalista mineiro, um amante do funk, eu, Hélio e Léo? A 10ª edição do Festival Eletronika, que se propõe, anualmente, a trazer novas tendências musicais à capital mineira. Esses personagens dialogam de locais diferentes do Espaço 104, da sala de imprensa, do auditório, dos palcos, mas conseguem manter uma conversa coesa mesmo à distância. Porque o que o Eletronika trouxe de mais valioso foi justamente o contato com pessoas de opiniões muito diversas acerca do que acontecia no local.

“Diálogos” from cinetiqa on Vimeo.

O Festival Eletronika acontece desde 1999, sempre em Belo Horizonte. Os objetivos do evento são muitos: escolher locais abandonados para impulsionar a revitalização, antecipar estilos e grupos musicais, fazer uma ponte com outro país a cada edição e ser uma atração por si só, destacando-se como evento pioneiro. Conta com shows, debates e exibições cinematográficas, sendo esses dois últimos diretamente relacionados com a música e de entrada franca.

Enquanto muitos se surpreendem com um festival como esse em BH, outros o consideram apenas uma extensão da efervescente cena audiovisual que existe na cidade. Podem ser ambas as coisas. Se, por um lado, ao consultar um guia da programação da cidade, pode ser notada uma certa saturação de eventos culturais, por outro, poucos o fazem. A sensação que tive ao conversar com pessoas dos mais diferentes nichos que convivo, percebi que a maior parte sequer ouvira falar do Eletronika. Eu mesma admito que passei a conhecê-lo somente no ano passado, quando fui conferir o show da Mallu Magalhães!

Tchubaruba à parte, penso que um evento dessas proporções poderia contar com uma atração mais popular para chamar a atenção, estratégia utilizada por outros festivais musicais independentes, como o 53hc fest e o Primeiro Campeonato de Surfe Mineiro. Este ano, o primeiro recebeu Móveis Coloniais de Acaju e Mundo Livre S/A e o segundo, Ultraje a Rigor. Assim, quem vai por esses grupos, acaba conhecendo outros que podem interessar-lhe, funcionando como um Last.fm da vida real.

Ou que tal funk? A edição de 2003 contou com a presença do DJ Marlboro e seu “som de preto e favelado” na pista da Arena Telemig Celular, mas parou por aí. Como se nada de novo tivesse acontecido com o ritmo carioca durante esses 6 anos. E sempre esses grupos europeus… Para o ouvido pouco acostumado aos ritmos eletrônicos, house, minimal, electro e  techno soam como uma coisa só. Isso pode justificar esse embate que persiste sobre o Eletronika ser plural ou não.

Por fim, sempre resta a sessão de comentários àqueles que ainda tem algo a acrescentar. O “diálogo” não pode parar.

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Movimente-se!

Festival Eletronika Oficial
Twitter Leandro HBL
André Midani Oficial
“Favela on Blast” no blog Sente Só
“Quem vai ao Eletronika?” no blog É Aqui Mesmo
“Divergência”, no blog Dommestico

13 Nov
2009
Vivo Lab

postado em entrevista, vídeos por gabi

DJ Spooky That Subliminal Kid @ Belo Horizonte from cinetiqa on Vimeo.

A apresentação de Paul Miller aka DJ Spooky That Subliminal Kid acompanhou o lançamento do site do projeto Vivo Lab. A iniciativa da empresa de telefonia móvel, com gestão da Malab, visa integrar ações e projetos na área do audiovisual e uso de novas tecnologias, principalmente as concernentes à cultura da mobilidade. Paul Miller não foi escolhido aleatoriamente; seu trabalho na área audiovisual é pioneiro e renomado em todo o mundo. “O trabalho colaborativo, a experimentação de linguagens, a utilização de tecnologias digitais e o trabalho multimídia marcam a carreira do artista que se estabeleceu no circuito audiovisual e traz ao lançamento do Vivo Lab um demonstrativo do remix cultural que acontece ao redor do mundo” – é o que se afirma no site. Dentro do Vivo Lab estão inseridos eventos como o Eletronika e o Art.mov, dos quais o cinetiqa tratará em seus próximos posts. Esse tipo de evento objetiva formar uma cultura audiovisual pelos locais onde passa.

A interface do Vivolab.com.Br é limpa e apresenta os integrantes da rede logo na página inicial, que se dividem em pessoas, eventos, projetos e conceitos. O acesso é livre para o público, mas para se tornar membro, é preciso autorização do comitê gestor.

A idéia do site está diretamente conectada com a atual realidade da produção cultural. Estimula a criação coletiva através da interação entre integrantes do site, deixando a autoria em segundo plano. “O programa cria oportunidades para que as pessoas desenvolvam, de maneira colaborativa e consciente, novas formas de expressão e participação” – afirma o release do site.

Ainda em fase inicial, pois foi lançado no dia quatro de novembro de 2009, o site do Vivo Lab já conta com 78 integrantes (dentre todas as categorias anteriormente citadas). No entanto, a interação com o público externo ainda não se concretizou. Em ambos os eventos, Eletronika e Art.mov, havia stands para acesso do Vivo Lab, mas não é fácil compreender de cara do que se trata a página na web. Na sessão FAQ, (frequently Asked Questions ou Perguntas freqüentes), que deveria, em tese, sanar esse tipo de problema, ainda não há nenhum tópico.

“Nós acreditamos que na sociedade em rede as pessoas vivem melhor e podem mais”. É a Vivo quem fala.

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Movimente-se:

Site oficial do Vivo Lab
Site oficial do DJ Spooky