artigos categorizados como cultura
São músicas legais, enquanto o som é de qualidade duvidosa. Eu quero deixar de ser solo, mas por enquanto é isso. O Diogo deu a idéia de colocar as músicas na Cumbuca, fato interessante para o site e para mim. Com relação a cada música era para elas serem um Rock and roll mais sonoro, mas com meu violão desafinado de cinco cordas não deu para ir muito longe.” Eu vou casar virgem” ainda vai ser um hit nacional, “A metrópole” foi a música que o Felipe mais gostou,”Classe Média” era para ser tipo “Help!”, mas ficou mais para algo Punk (Será mesmo?).” Céu” é a preferida da minha mãe, é a mais gospel de todas. Já “Luzes” quando for gravada com baixo, guitarra e bateria vai ficar o que ela precisa ser, algo que transmita uma ideologia anti-materialista e humanista. A música “Mesmo sem querer” é a mais legal de ser cantada e é fruto de uma adolescência de poucos amores e muita poesia. Acho que eu estou falando muito, mas isso é vontade de divulgar melhor esse Pseudo-Álbum. Blá, blá,blá… Para protestantes, ateus, trocadores de ônibus e todos aqueles que tiverem ouvidos aqui está a “VIRGEM MONOTONIA”.
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Imagine uma grande fábrica. Imagine que existem funcionários geniais, que criam produtos próprios, pessoais, sem o serem pedidos pela fábrica e (principalmente) sem a intenção de levá-los à linha de produção. Agora, imagine uma salinha onde se reúnem os líderes desta fábrica. Eles determinam o que é produzido, em que quantidade, em qual formato. E mais: sabe aquela criação única, daquele funcionário genial? Mal sabe ele, mas os homens na salinha estão procurando torná-la um mero produto…
Móveis Coloniais de Acaju na Flaming Night, evento realizado no Lapa Multshow no dia 22 de agosto de 2009.
- Gabi, como que você fica no show?
- Ah, depende do show. Quando não conheço bem a banda, gosto de ficar mais quietinha, observando e ouvindo tudo com mais atenção. Agora, quando é uma banda que eu gosto muito, fico dançando, pulando…
- Eu tenho vergonha.
- Não precisa se preocupar, cada um tem seu jeito de se comportar em show, faz o que você se sentir a vontade. O bom é que ninguém fica reparando muito nisso.
Música é parte fundamental, diria, da nossa vida. Sons em geral, mas o arranjo criado deliberadamente por alguém, que pretende nos passar uma mensagem qualquer. Ou mesmo não passar mensagem alguma, e sim pretender que nós criemos a mensagem que desejarmos passarmos pra outra pessoa qualquer, seja aquela garota na balada ou seu irmãozinho que está doente. Confesso que não sou um profundo conhecedor de música, ou das teorias e técnicas que a compõem. E não é disso que vou tratar.
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Em “A construção da narrativa numa ópera-rock” trabalho feito para a disciplina de Estudos da Linguagem, analisei os mecanismos utilizados numa ópera-rock para construir narrativas, considerando a criação de um sentido por meios musicais, linguísticos e não-linguísticos; discutirei sobre a funcionalidade desta tentativa e comentarei seus resultados.
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Decidi fazer um balanço musical da década. Claro que isso é um trabalho absurdo e, logo, mudei para um balanço da música internacional da década. Decidi fazer uma lista (pessoal, claro) com 10 álbuns pra cada ano.
Espero que vocês sejam racionais o bastante para saber que não existem listas ‘certas’ ou ‘erradas’, mas sim listas ‘boas’ e ‘más’.
Nunca havia me interessado pelos livros do Paulo Coelho. Sei lá, talvez devido ao fato de seu gênero predominantemente espírita, o qual não gosto. Mas, eis que em uma promoção de um desses jornais de R$ 0,25 minha mãe “ganhou” um livro dele, “Onze Minutos”. Ela leu, disse que o livro é bom e coisa e tal, e me deu. Nem prestei atenção! Soquei ele lá junto com os outros livros da minha recém-iniciada coleção. ((desabafo): um dia quero ter uma biblioteca na minha casa. Acho “cult” e todo jornalista que se preze tem que ter uma pra depois tirar fotos com aquela estante cheia de livros atrás, mesmo que a maioria você nem saiba que está ali. (/desabafo))
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