artigos categorizados como cotidiano
Muitas vezes somos levad@s a acreditar que a manutenção do status quo é a melhor alternativa, e se não a for de fato, é pelo menos a opção mais cômoda. Para começar a conversa, manter situações de opressão não pode ser melhor, se quer, para os opressores, uma vez que isso leva ao tensionamento progressivo das relações. E para aprofundar na questão, imagino que vocês estejam cheios de discursos rasos de blábláblá, a quem interessa o comodismo?
Read more on Muito além do discurso…
Quarta-feira, manhã. Chego cedo à FAFICH e já vejo alguns deles. Jovens desorientados e, talvez pela primeira vez na vida, realmente sem o amparo de um adulto. Me pergunto se eles se dão conta de que, agora, eles são os adultos.
Read more on Rito de passagem…
Conversava com meu namorado na sombra de uma árvore na Praça do Papa. Fazia sol, mas estava frio, o tempo ideal para sentar na grama com óculos escuros. Observávamos as pipas no céu quando ele me disse
Read more on A mercearia virou cult…
A genialidade do marketing associado às empresas farmacêuticas pode trazer conseqüências irreversíveis à saúde da população. No inverno, principalmente, estamos sempre nos queixando de alguma dor ou algum desconforto. A grande oferta e o fácil acesso à medicamentos faz com que a maioria da população exercite seus “dons farmacêuticos” e escolha, por motivos os mais diversos possíveis, o tratamento a ser utilizado.
Read more on Ingenuidade fatal…
Sempre me perguntaram porque eu queria fazer jornalismo (ninguém soube que era Comunicação; explicar dá muito trabalho). Nunca parei pra pensar direito, mas sempre respondi: “a única coisa que faço bem é escrever, e preciso de um diploma pra exercer uma profissão que usa muito isso.” Agora que o STF derrubou a arcaica peça que exigia isso e estou enfim cursando Comunicação, me deparei de novo com a pergunta: “porque você foi fazer esse curso?” E a resposta que me sobrou não me pareceu assim plausível.
Read more on Eu não sei escrever (nem dar títulos)…
Esse texto deveria conter 3000 palavras
Enquanto minhas tentativas de matar a bola um fracassam, vou pensando em quanta idiotice cabe em uma sala. Enquanto meu adversário mata a última bola ímpar e se prepara para conseguir o que não fui capaz de fazer, concluo que se o cálculo idiotia per capita já é complicado, por sala, pois, é impossível. Quando enfim sou derrotado e tenho que ocupar a humilhante posição de ‘de fora’, considero que idiotice maior que não matar e deixar bola na boca é abrir a boca com o intuito de matar o bom-senso e se fazer aparecer. Sentencio mentalmente, enquanto escuto um trocadilho sobre instrumentos do bilhar, que para ser idiota dispensa-se diploma, afinal, só é preciso uma platéia para abanar a cabeça como certos quadrúpedes fazem com as orelhas.
Read more on A moto e outras inutilidades…


